RSS Feed

Ele vai viver a lutar…D’Artagnan regressa a Portugal.

Ele vai viver a lutar…D’Artagnan regressa a Portugal.

A Planeta DeAgostini edita finalmente em DVD a mítica série aníme dos anos 80, D’Artagnan.

O primeiro Dvd será posto à venda no dia 30 de Agosto e terá 26 entregas.

Cada dvd tem apenas dois episódios, a pior parte, mas o primeiro e o seguindo dvds custam 2,99 e os seguintes 6,99.

Na primeira entrega trará ainda uma caixa arquivadora para toda a colecção.

Qual Dartacão, qual disney esta sim é a melhor adaptação alguma vez feita da grande obra de Alexandre Dumas e já tardava em ser recuperada.

De referir que a série vem com a dobragem Portuguesea dos anos 80 que conta com as vozes de grandes actores como Miguel Guilherme, José Raposo, António Feio, José Pedro Gomes, entre muitos outros.

A não perder mesmo meus bravos. Um por todos e todos por um.

d'artagnan

Dr. Mangá recomenda: Bakuman

Dr. Mangá recomenda: Bakuman

Bakuman é um mangá que conta a história de dois rapazes que decidem tornar-se mangakás (criadores de mangá). Esses dois rapazes são Mashiro Moritaka e Takagi Akito, em que o primeiro está encarregado da arte e o segundo da história.
O enredo de Bakuman começa com Mashiro Moritaka, que se encontra no nono ano, que se esquece do seu caderno, com um desenho da sua paixão e colega de classe, Azuki Miho, numa sala de aula. Quando ele percebe e volta à sala, depois de terem terminado as aulas do dia, o seu colega, Takagi Akito, encontra-se à espera do jovem mangaká com o seu caderno na mão.
Takagi, então, tenta convencer Mashiro a se tornar um mangaká e pede-lhe para ilustrar as suas histórias. No entanto, Mashiro resiste ao convite devido à desilusão com a sociedade moderna e o destino do seu tio, um antigo mangaká, que morreu por excesso de trabalho, enquanto tentava recuperar o estatuto que tinha anteriormente.

Mashiro acaba por aceitar a proposta de Takagi e para terem a maior probabilidade de sucesso, tentam que a sua história seja publicada na revista semanal Shonen Jump e tentam criar o mangá mais popular da revista, o que será algo difícil tendo em conta os seus ‘adversários’.

Este é um mangá escrito por Tsugumi Ohba e desenhado por Takeshi Obata, a mesma dupla de criadores de Death Note. O primeiro capítulo foi publicado no dia 11 de Agosto de 2008 e o último no dia 7 de Maio de 2012. O seu primeiro volume foi lançado no dia 5 de Janeiro de 2009 e o último volume foi lançado dia 4 de Julho de 2012 (note-se que as datas dos capítulos e volumes referem-se aos lançados em japonês). Actualmente foram lançados 12 volumes em inglês. No total a série possui 176 capítulos e 20 volumes.

Bakuman conta com uma excelente arte um bom enredo e desenvolvimento dos factos, embora no final se note um pouco de aceleração na conclusão da série, o que pode ter prejudicado um pouco a mesma.
Em relação ao anime pode-se contar com duas temporadas (cada uma com 25 episódios) e uma terceira temporada já confirmada que estreará em Outubro de 2012. O anime é muito bom, captando toda a essência do mangá sem nunca nos cansar. O anime não perde nada em qualidade para o mangá. Altamente recomendável.

No geral, a série possui uma boa arte e uma boa história (excepto uns pequenos pormenores), o que a faz merecer uma oportunidade de leitura. Se tiverem oportunidade vejam o anime e depois leiam o mangá a partir do ponto em que o anime acaba. Seria uma excelente série a publicar em Portugal devido à sua qualidade e ao reduzido número de volumes. Para todos os aspirantes a artistas de Mangá este é sem dúvida um excelente ‘Manual de Sobrevivência de Mangakás’.

Nota: 8 Hadoukens em 10

Master, Master…Master of Inking what do YOU say?

Master of Inking

Danni Mikki agradece a Daniel Henriques

A imagem fala por ela própria, da nossa parte há a dar os Parabèns ao Daniel pelo seu trabalho continuar a ser reconhecido além-mar.

O Daniel é sem dúvida o artista operário que mostra o seu talento através do seu trabalho árduo…Sai uma salva de palmas em pé para a mesa do senhor Henriques.

P.S.: Aguardamos uma futura colaboração entre o Mr.Henriques e o Mr.Filipe Andrade. Era uma chapada de luva branca para as editoras que nunca apostam em autores nacionais a não ser quando eles são reconhecidos lá fora.

EXTRA EDITION: Lá Vamos a Beja / Vamos Tu e EU /

EXTRA EDITION: Lá Vamos a Beja / Vamos Tu e EU /

Ora bem Comunidade,

 

O festival de Beja começa dia 26 de Maio, este ano só tem um fim-de-semana porque a crise assim o obriga e é preciso ajudar a malta que organiza com a nossa presença.

 

Não há autores estrangeiros, não há danças burlescas, mas há a paixão dos organizadores que faz deste festival o melhor festival de BD portuguesa.

 

A nossa sugestão aqui na ‘comunidadiii’ é que para que não arranjem desculpas para não ir com o preço do ‘gasoilio’ é que apanhem o comboio da CP que é barato e que leva a malta mesmo lá à porta do festival.

 

Como somos uns parolos porreiros até vos deixamos o horário do comboio (o mais adequado para ir e voltar no mesmo dia). A viagem é feita em dois comboios, mas o bilhete compra-se completo em Lisboa (ida) e em Beja (regresso).

 

Para quem parte de Lisboa

 

Parte as 9h50 m da Gare do Oriente

 

 

IC Nº 594 – Destino Beja – Preço – € 9

 

Chega a Casa Branca às 11h 14 m

 

Parte às 11h 19 m de Casa Branca

 

IC N.º 585 – Destino Beja – Preço – € 4.50

 

Chega a Beja às 12 h 10 m

 

 

Regresso de Beja

 

   Parte às 18 h 14 m

 

IC Nº 588 – Destino Lisboa – Preço – € 4.50

 

Chega a Casa Branca às 19h

 

Parte às 19h 13 m de Casa Branca

 

IC N.º 790 – Destino Lisboa – Preço – € 9

 

Chega a Lisboa às 20 h 35 m

Dr. Mangá Recomenda: TORIKO

Dr. Mangá Recomenda: TORIKO

Uma série de mangá shonen criada pelo génio mangaka Mitsutoshi Shimabukuro que conta, já, com anime e que vem aumentar o leque de séries Nipónicas dedicadas à culinária, depois do estrondoso sucesso da série ‘Yashitaki Ja-pan’.

Quem diria que uma história que tem como base comida, se tornaria um dos maiores sucessos, actualmente, da Shonen Jump (a revista top do mangá semanal), estando, por vezes, à frente de grandes sucessos como Naruto e One Piece, fazendo trio com os mesmos no top 3 da revista!

A história de Toriko tem como base a procura e degustação de todo o tipo de comida e bebida, numa Era em que a comida tem mais valor do que qualquer outra coisa no mundo. Para isso é necessário passar por muitas lutas, obstáculos e aventuras, sendo esse o interesse da história.

 

É aí que aparecem as duas personagens principais desta série.

Toriko é um bishoku-ya, ou seja, uma pessoa que é requisitada para a aquisição de certos ingredientes e que tem como maior prazer, a prova dos mesmos. É aí que surge Komatsu e os dois completam-se, visto que, Komatsu é um talentoso cozinheiro que tem um prazer enorme em cozinhar os ingredientes que Toriko colecta. Os dois têm como principal objectivo a obtenção de “GOD”, um prato que consegue parar guerras e que abrirá caminho à grande era Gourmet.

Image

 

Toriko conta com 18 volumes até ao momento e não tem perspectiva de termino, tal é o seu sucesso. Tem como principal ponto forte a sua história, que apesar de não ser de “porrada” (um tema em que a Shonen Jump é rainha), tem acção q.b. e um humor leve e agradável.

O traço do autor, embora não seja nenhuma obra de arte, é agradável e adequado a uma série shonen, relembrando o traço algo ‘naif’ do saudoso Akira Toriama.

 

Image

Vale a pena comprar e acompanhar Toriko (e publicar em Portugal)?

 

Vale sem dúvida alguma! Toriko é uma série que ainda irá durar por mais alguns anos, tem uma história sólida e agradável, uma arte satisfatória e ainda muito para mostrar. As sagas são envolventes e quando se começa a ler uma, só se acaba de ler no final da mesma. Ou seja, Toriko é aconselhadíssimo para todo o tipo de públicos.

 

Nota: 9 Kamehames em 10

 

P.S.: Damos as boas vindas ao Dr.Mangá, que a partir deste post passa a fazer parte da ‘comunidadi’.

Cine Kritik – As Melhores adaptações de comics ao cinema

Cine Kritik – As Melhores adaptações de comics ao cinema

Há muito tempo que aqui na ‘comunidade’ andávamos às turras para decidir qual era a melhor adaptação de sempre de um comic.

Não conseguíamos chegar a um consenso, porque cada um tem a sua opinião ‘viciada’ por ser fã desta ou daquela personagem e por isso decidimos pegar no telefone vermelho do ‘Mayor’s office’ e pedir mais uma vez ao nosso camarada especialista em Cinema, Rui Inácio, para desempatar está nossa caturrice e nomear os dez melhores filmes de entretenimento bedéfilo de sempre.

E sem mais demoras deixamo-vos então a contagem regressiva proposta pelo Mister Inácio. Let’s look at the trailer:

10. Teenage Mutant Ninja Turtles – Tartarugas Ninja (Steve Barron,1990)

Num restaurante, enquanto esperava pelo jantar, Kevin Eastman lembrou-se de fazer um sketch num guardanapo de uma tartaruga a lutar em estilo ninja.A piada foi de uma tal maneira geral, que juntamente com Peter Laird, ambos desenhadores, deram início ao que ficaria conhecido como Turtle Mania .

Desde Bandas Desenhadas, a uma grande campanha de marketing e até mesmo a este filme que deu origem a mais duas sequelas, não tão bem sucedidas como o original, estes quatro mutantes verdes marcaram o seu lugar nos anos 80 e 90.

A longa metragem, com as criaturas animadas de Jim Henson, resultou muito bem numa altura em que os efeitos visuais não eram tão notórios; que delineado pela cultura pop daquela altura, cenas de acção contrastadas com comédia num tom negro e ao mesmo tempo apelativo aos mais novos, este filme não passava do que era apenas: entretenimento! E por isso mesmo é que todos este ingredientes ainda fazem hoje de ‘Teenage Mutant Ninja Turtles’ uma tarde bem passada em frente à televisão para os fãs mais nostálgicos.

Cowabunga!!

 

 

 

 

09. Conan, The Barbarian – Conan, o Bárbaro (John Milius, 1982)

Era a época de ouro para o grande ícone dos Action Heroes dos Anos 80, Arnold Schwarzenegger. Arnold vestiu a pele da personagem criada por Robert E. Howard no princípio do século XX e o resultado foi um filme recheado de acção e fantasia onde o mais bárbaro dos heróis contava com a ajuda de guerreiros distintos que se cruzavam com ele ao longo da história.

Edward R. Pressman, um dos produtores mais influentes da década de 80, deu ao ex-Governador da Califórnia a oportunidade de emprestar os seus músculos à figura de espada em punho, no que viria a ser o seu primeiro êxito frente às cameras. Um filme para ver e rever e já com excelente qualidade na edição Blu-Ray.


 

 

 

 

08. The Incredible Hulk – O Incrivel Hulk (Louis Leterrier, 2008)

Ang Lee deixou na sua adaptação de 2003 uma ideia partilhada por outros cineastas, de que super heróis são sinónimo de banda desenhada, apresentando a montagem final como de vinhetas se tratasse, não separando o lápis dos 35mm, tornando por vezes as cenas algo caóticas.

Em 2008, o Francês Louis Leterrier (Transporter, Clash of Titans) deu-lhe um toque mais realista e emocional, não se tratando de uma sequela mas sim de um, hoje em dia habitual, reboot. O Incrível Hulk esmagou de forma abominável o seu antecessor, uma vez que as personagens estão muito mais bem cuidadas no argumento, fazendo-nos realmente importar com elas, e até mesmo o CGI do monstro verde está muito mais realista.


 

 

 

07. Sin City – A Cidade do Pecado (Robert Rodriguez e Frank Miller, 2005)

Quem diria que o El Mariachi Robert Rodiguez pegasse na obra de Frank Miller e juntamente com este último adaptassem os quadradinhos para o grande ecrã? Pensando que de Spy Kids (Robert Rodriguez, 2001) até à cidade do pecado vai uma grande diferença, mas nada que o Texano multifunções não fizesse!

Quem conhece a Obra vai identificar cada frame da pelicula visto que foi uma das adaptações mais fiéis feitas até à data. Contudo, o uso a quase 100% de green screen e de efeitos visuais fazem perder um pouco a sensação de realidade, mas fora isso, e como ja referi, cada vinheta de Sin City está fielmente adaptada, contendo um estilo noir inovador relembrando as décadas de 40 e 50 e um elenco grandioso, que faz com que este filme seja adorado por muitos e odiado por outros!


 

 

06. Watchmen – Os Guardiões (Zack Snyder, 2009)

Depois de visualmente impressionar com 300, Zack Snyder segue a sua carreira como um dos maiores realizadores deste milénio com Watchmen, adaptado da obra de Alan Moore. O filme mantém a mesma linha visual onde a direção de fotografia, bastante colorida e ostentada por tons negros, está muito bem equilibrada entre a realidade e a ficção.

Quer o autor da banda desenhada queira ou não, o filme tem um bom argumento comprimindo na perfeição as 12 edições dos quadradinhos. A isto junta-se um elenco genuinamente desconhecido e efeitos visuais grandiosos, tal como já nos tinha dado a conhecer com os Espartanos de Frank Miller e, voilá, uma obra prima de encher o olho!


 

 

 

 

05. Blade – O Caçador de Vampiros (Stephen Norrington, 1998)

Antes de andar a fugir ao fisco e a perder-se em filmes série B, Wesley Snipes referenciou a sua imagem no mais famoso caçador de vampiros do universo Marvel. Apesar dos inúmeros castings, David S. Goyer, conhecido pelos seus argumentos para filmes de acção, escreveu a adaptação já a pensar em Snipes, acabando este último por encarnar o personagem.

Stephen Norrington ficou a cabo da direção e apresentou a sua visão num filme que continha elementos que viriam a ser imitados futuramente. Esta longa metragem redefiniu um novo género de acção, bastante frenética, acompanhada de uma banda sonora electro/techno, tendo sido também aqui que vimos pela primeira vez a técnica de ‘bullet-time’, posteriormente baptizado pelos autores e realizadores de Matrix (Wachowski Bros. 1999) já com uma técnica mais avançada.

Blade é um filme por vezes um tanto gore , mas poderoso e é assim que merece um lugar na prateleira junto aos melhores filmes de acção dos últimos tempos!


 

 

 

04. The Crow – O Corvo (Alex Proyas, 1994)

Quando as histórias de vingança ja estavam em decadência eis que surgiu mais uma delas, mas num estilo bastante diferente e fantástico. The Crow – O Corvo, o último filme do filho de Bruce Lee, traz-nos pelas mãos de Alex Proyas um ‘ajustar de contas’ com a morte do proprio personagem, Eric Draven, e da namorada.

O ambiente negro da banda desenhada foi muito bem captado para o grande ecrã, mas para muitos, o filme tornou-se mais negro e tragico pelo que ocorreu durante as filmagens a Brandon Lee, quando uma bala ditou o fim do que tinha sido o mais emblemático filme da carreira do actor.

Depressa classificou-se num filme de culto, mas a sequela não passou de um flop de bilheteira e as restantes passaram directamente para DVD/VHS fazendo de Eric, a personagem de James O´Barr, ficar apenas marcada no filme original e infelizmente também pela tragédia nos bastidores.


 

 

 

 

03. Spiderman 2 – O Homem Aranha 2 (Sam Raimi, 2004)

Já lá ia o tempo em que o clássico Evil Dead (Sam Raimi, 1981) havia definido um novo género na categoria de terror, o que fez também que o seu autor/realizador ficasse conhecido por tal. Mesmo assim, Sam Raimi ainda se encontrava na secção oculta de cineastas com talento a ser reconhecido e o salto para a fama ocorreu em 2002 quando adaptou Spiderman.

Com um estrondoso sucesso nas bilheteiras as sequelas do aracnídeo eram inevitáveis e eis que surgiram Spiderman 2 e Spiderman 3. Filmes estes que continham uma boa mistura de acção, comédia, drama e fantasia, que tudo muito bem gerido deu ao trepador de paredes o que merecia: uma trilogia em grande escala!

E esta segunda entrega, pessoalmente, é a mais espectacular das três, que não fugiu à regra, mas acaba por levar mais uns pontos pela sequencia da luta entre o herói e o Dr. Octopus em cima de um comboio em movimento, que é simplesmente genial.


 

 

 

 

 

02. The Dark Knight – O Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan, 2008)

Christopher Nolan revelara-se em Memento como um original argumentista e realizador, sobretudo pela sua imaginação por vezes fora do contexto cinematográfico. A duvida ficou no ar quando lhe foi entregue o Cavaleiro da Trevas, mas o resultado foi uma abordagem mais realista do Homem-Morcego e das suas origens.

A sequela, ainda na fase de produção, deixou os fãs cépticos em relação ao actor de The Knight´s Tale (Brian Helgeland, 2001), Heath Ledger, interpretando o personagem Joker, mas Hollywood não é só feito de números e estrelas e mais uma vez uma fita ficou associada à trágica morte de um actor muito antes sequer da estreia. Para grande surpresa dos fãs, criticos e até mesmo da Academia, o malogrado actor surpreendeu tudo e todos, dando a Joker um perfil bastante mais insano e negro do que Jack Nicholson deu no Batman de Tim Burton.

Para quem gosta de acção pura e dura, este The Dark Knight é escasso, dando apenas espaço a um excelentissimo argumento pelos irmãos Nolan que aborda varias personagens como Harvey Dent/Two Face e o triangulo amoroso entre este, Rachel e Bruce Wayne.

Mas o melhor mesmo é Gotham city, que se destaca como palco principal onde Joker actua de forma demente e onde cada imagem e cada frase do Palhaço interpretada por Heath é fenomenal, que com uma interpretação levada ao extremo lhe valeu o póstumo Óscar de melhor actor secundário. The Dark Knight fica assim marcado como a melhor longa metragem do herói até à data!


 

 

 

 

01. Superman – SuperHomem (Richard Donner, 1978)

Sente-se um arrepio na espinha de cada vez que se ouvem os primeiros acordes do tema composto por John Williams nos créditos iniciais e é impossivel não ficar até ao fim da melhor adaptação do maior super herói de todos os tempos. Superman ficou imortalizado na imagem do até então desconhecido Christopher Reeve, que deu o carisma certo que o personagem merecia.

Numa época onde os efeitos visuais e especiais estavam muito longe de terem uma presença habitual como na maioria dos filmes de hoje em dia, Richard Donner dirigiu e Cristopher Reeve fez acreditar que um homem conseguia voar.

As Sequelas não tiveram grande impacto, mas mesmo assim aconselho a verem Superman 2 – Richard Donner Cut, melhor que o original de Richard Lester (a famosa cena onde o heroi lança a espécie de plastico com o seu logotipo, por exemplo, foi cortada).

Enfim, um filme imortal e obrigatório e que, passe o tempo que passe, é sempre perfeito ver Clark Kent procurar uma cabine telefónica para se transformar no homem de capa vermelha e salvar Lois Lane ou até mesmo confrontar os planos de Lex Luthor, sempre escoltado pelo tema instrumental do personagem.

As coisas mais parolas do ano de 2011 pelos Parolos da Nono Express.

Chegamos à primeira semana de 2012 e as revistas/sites/blogs de várias especialidades degladiam-se para ver quem anuncia a lista essencial das coisas mais ‘docinhas’ que se fizeram no ano que passou.

Nós aqui no blog da ‘Comunidade’, achamos que essas listas não passam de um bando de palermices de malta que espera receber umas cópias à borla e decidimos iniciar este ano os grandiosos Trofeus “Os parolos da BD Portuguesa’.

Sim, esperamos imensas ameaças de morte depois de fazer isto (e até ficaremos tristes se não recebermos nenhuma), mas gostaríamos igualmente de lembrar os nomeados que decidirem passar das ameaças às acções, que se lembrem que, tal como escreveu Oscar Wilde, ‘Falem bem ou falem mal, o que interessa é que falem de vós (sim, estamos a fazer publicidade gratuita).’

E pronto, explicados os motivos para nos metermos nesta aventura, aqui vamos nós apresentar os vencedores (e razões para serem os vencedores) e prometemos que para o ano fazemos uma votação on-line, para não sermos acusados de não ouvirmos a voz do povo e de favorecermos este ou aquele candidato só porque é nosso inimigo pessoal.

Primeira Categoria – Editora Parola do Ano.

A vencedora desta categoria é uma casa editorial que se está pouco interessando para: o que se publica no nosso país; para a qualidade dos seus produtos ao chegar às mãos do consumidor final e com a opinião e desejos de quem segue religiosamente os seus títulos nas bancas.

Já adivinharam quem é? Exactamente é a ….

PANINI

Há quem lhe chame a salvadora do Zé Povinho que quer ler ‘histórias em quadrinhos’ a preço da uva mijona, mas nós conhecemo-la por ‘A Contrabandista’

Mais conhecida por publicar em todo o mundo Cadernetas de Cromos para jovens(e não só) Zombies; esta casa editorial é também a detentora dos direitos de publicação de tudo o que é Comics, Mangá e afins para metade da Europa e Brasil, e chegou ao nosso país em 2006 para dominar o mercado editorial de periódicos.

Desde então tem vindo a descarregar nas nossas bancas o que não se vende no mercado Brasileiro, em péssimo estado, sem qualquer noção de distribuição nacional (ainda há cidades / vilas onde não se vende BD desde o desaparecimento da Devir das bancas) e com um completo desprezo para com os que compram os seus títulos.

É grave quando uma editora que quer ser líder de mercado, responde com respostas automáticas aos e-mails que lhe são enviados, quando alguém tenta mostrar o seu desagrado com as más condições dos produtos distribuídos, ou até com pedidos de publicação de títulos significativos para o mercado nacional, que são distribuídos no Brasil, mas que não o são cá.

É triste também saber que o ponto de entrada de muitos jovens no mundo da Banda Desenhada é uma gigantesca máquina editorial, sem voz própria, dominada além fronteiras nacionais por executivos que nada mais fazem que mandar despejar o que lhes enche os armazéns nas nossas bancas, impedindo que editoras nacionais peguem nesses títulos e os publiquem, criando assim postos de trabalho nesta área (este último parágrafo foi um bocado ‘extrema direita meets extrema esquerda’, mas prometemos que daqui para a frente seremos totalmente anarquistas).

Segunda Categoria – Álbum Nacional mais Parolo.

Este foi um ano cheio de confusões nos diversos Trofeus da especialidade, em que não se soube muito bem em que categorias meter certos álbuns devido a ISBNs, tiragens ou proveniências editoriais dos mesmos, mas nós na Nono Express, não sabemos sequer o que é um ISBN e não ligamos a essas birrinhas e preciosismos editoriais (como dizia o saudoso Luiz Pacheco) e vamos ser directos e fofinhos nomeando para Àlbum Nacional Mais Parolo …

As Incríveis Aventuras de Dog Mendonça e Pizza Boy – Volume 2 (Tinta da China Edições)

Somos os primeiros a admitir que foi difícil nomear só um e, na recta final, ainda tivemos indecisos entre o NewBorn – 10 Dias no Kosovo, do Ricardo Cabral (que não passa de um devaneio de ganzas) e o ‘As Incríveis Aventuras’, mas depois lemos com olhos bem parolos o segundo volume desta série e chegamos à conclusão que é a Banda Desenhada mais parola e cheia de lugares comuns que lemos durante todo o ano de 2011.

Damos uns pontinhos para o piscar de olhos à cultura nacional que os desenhadores, mesmo que Argentinos souberam reproduzir neste segundo tomo, mas todo o livro é um autêntico Endless Nameless Caos (sim, somos fãs de Nirvana), com personagens a aparecer não se sabe bem de onde, sem qualquer desenvolvimento das mesmas, com grandes ‘buracos’ no argumento e com o final mais ‘pãozinho sem sal’ que alguma vez vimos.

É nos difícil aceitar que este segundo volume paupérrimo seja o seguimento do primeiro livro que foi uma lufada de ar fresco no nosso panorama Bedéfilo, pois não passa de uma sequela, que parece ter sido feita à pressa para um dia destes agradar ao mercado mentecapto Norte-Americano, quando podia ter sido o grande livro de 2011.

Esperamos, muito sinceramente, um terceiro volume menos feito em cima do joelho, porque se há coisas que não gostamos são sequelas mal amanhadas, como todos os filmes de zombies do Romero são (sim, somos fãs do Carpenter e achamos o Romero um Tótó).

Terceira Categoria – Argumento Nacional mais Parolo.

Ao contrário de muita gente, nós veneramos argumentistas e sabemos quando lhe dar o devido valor, mas também os sabemos espicaçar quando é mesmo preciso. E assim sendo o vencedor desta categoria é …

‘O Pequeno Deus Cego’ de David Soares

A imagem foi fanada do blog do autor.

Passamos desde já a avisar que somos seguidores fiéis do argumentista em questão, e se o nomeamos é porque não compreendemos como é que alguém capaz de obras tão profundas como Sammahel, a Última Grande Sala de Cinema ou Mr. Burroughs é capaz de nos presentear com um álbum tão enfadonho e pobre como ‘O Pequeno Deus Cego’.

Já com o anterior Mucha (também na Kingpin Books) aqui os Parolos tinham ficado com um amargo de boca depois de ler esta obra; mas agora que se pretendia apresentar um trabalho memorável nesta casa editorial, não se compreende o porquê de uma obra tão desinteressante, que chega em certos momentos a roçar o vulgar (começar um livro com uma personagem a masturbar-se para cima de um sapo demonstra um claro desejo do autor de apenas chocar e não de inovar).

Esperamos para 2012 um regresso de David Soares às ‘origens’ e a saber aproveitar as oportunidades que a Kingpin Books lhe tem dado, quer em termos de edição (em termos técnicos o álbum está imaculado e a aposta no formato mais reduzido foi a mais acertada), quer em termos de artistas com quem David Soares tem tido a oportunidade de trabalhar nesta editora (Osvaldo de Sousa e Mário Freitas salvam e de que maneira ‘Mucha’ e o jovem talento Pedro Serpa é subaproveitado em ‘O Pequeno Deus Cego’).

Quarta Categoria – Arte Nacional mais Parola de 2011.

Esta foi a categoria onde houve uma extrema sintonia entre todos os jurados (pudera estava santola à borla na mesa) e o nomeado merece ser o vencedor não só pelo seu pouco talento na categoria em que o nomeamos, mas também pela incapacidade de quem o publica de ver que o artista precisa de voltar à escola de arte ou, quiça, enveredar por outras áreas.
Ora, sem mais demoras, o vencedor é …

Hugo Teixeira em ‘Mahou: Na origem da Magia’

Imagem fanada do blog Rua de Baixo

É verdade que o nomeado é um auto-didacta esforçado, mas não se entende como é que numa editora infalível como a ASA, não existe um editor/a que puxe as orelhas ao artista em causa e o obrigue a redesenhar vinhetas/páginas onde se pode ver claramente a incapacidade do artista em desenhar, por exemplo, seres humanos.

Se até os leitores Parolos (a.k.a.: nós, que nunca passámos da 4ª classe) encontram erros de anatomia (mesmo no estilo Mangá tem de haver respeito pela anatomia); perspectiva e continuidade (personagens que não conseguem manter as feições iguais de vinheta para vinheta, na mesma página), como é que passa debaixo de olhos treinados de editores experientes as verdadeiras calinadas artísticas que o desenhador Hugo Teixeira dá ao longo de todo um álbum?

O álbum Mahou: Na origem da Magia tinha tudo para começar uma série de sucesso no nosso país, pois vem explorar um filão muito apreciado pelos jovens leitores, a feitiçaria (Harry Potter, wink,wink), mas com uma arte assim tão pobre, não passa de uma grande desilusão.

As cores estão bem tratadas e apelativas (o ponto forte de Hugo Teixeira), o albúm apresenta um argumento competente (ainda que simples) por parte da argumentista/co-autora Ana Vidazinha; mas com um artista tão fraco, dificilmente esta série passará de uma nota de rodapé na história da Nona Arte em Portugal.

Percebe-se que a ASA aposta em Hugo Teixeira, um autor mais esforçado e cumpridor de prazos, porque ficou um pouco escaldada com os autores Filipe Andrade e Rui Lacas, que lançaram séries mais apelativas no ano de 2010, para logo em seguida as deixarem em banho maria e partirem rumo a outros projectos.

Mas mesmo assim não se justifica deixar passar tantos erros num produto, que provavelmente terá a sorte de ser apresentado em Angouléme, a outras congéneres da editora ASA, e que basicamente dirá ao resto da Europa que o artista Hugo Teixeira é o melhor que temos no nosso país, quando não o é.

Quinta Categoria – Revista sobre Banda Desenhada Mais Parola de 2011

Sabemos muito bem que com o advento da internet é cada vez mais difícil publicar um periódico sobre Nona Arte e conseguir fazê-lo aguentar, mas quando se é quase o único a fazê-lo, pede-se, no mínimo, aos responsáveis pelo mesmo, que tentem ser abrangente em termos de público e que não se encostem à sombra da bananeira.

E assim sendo, na nossa singela opinião, o mais parolo do ano neste categoria é o …

BD Jornal (Pedro No Charco edições)

Imagem fanada do google

O que é que é pior que não existir nenhum periódico sobre BD no nosso país?

É existir uma revista como o BD Jornal que em quase seis anos de existência, peca por ser o meio de comunicação mais enfadonho que já existiu na Nona Arte.

É verdade que está quase a chegar às trinta edições, um feito no nosso mercado actual, mas se são os próprios responsáveis pela revista que dizem que é cada vez mais difícil vender a dita cuja, não será tempo de pensar bem nas causas e arranjar uma solução para esse marasmo?

Pelos últimos dois números publicados este ano, parece que a equipa que o cria considera que não vale a pena tentar tornar o BDJornal mais chamativo, e a desculpa parece ser sempre a mesma, a crise, mas muito sinceramente vemos cada vez mais revistas dedicadas ao público jovem a aparecer nas bancas e nenhuma se queixa da crise.

Não será tempo de apostar num design interior mais apelativo, ao invés dos simples e verdadeiros monólitos de texto que preenchem as páginas desta revista?

Definitivamente, o BD Jornal tem de levar com uma revitalização nos queixos ou então qualquer dia a revista desaparece de vez, ao invés de captar o público que é necessário, os mais jovens.

Não basta estar nos escaparates de vendas das FNACs como esteve em 2011, há também que prender a atenção dos diversos públicos que se podem interessar pela revista, bastando que para isso se aposte na qualidade gráfica ao invés de apenas na quantidade/qualidade textual.

E já agora, será que o acordo ortográfico também chegou ao critério de escolha de autores a publicar nas páginas do BD Jornal?

É que eu ainda sou do tempo em que o BD Jornal (ainda formato gigante) se orgulhava de ser a publicação que mais autores Portugueses publicava, e neste momento não passa de um refugo de autores Brasileiros de qualidade duvidosa.

Sexta Categoria – Iniciativa relacionada com Banda Desenhada Mais Parola de 2011

Conhecemos um gajo meio marado na margem sul do Tejo que costumava dizer, “Na música Portuguesa há uma ‘mafía’ que não deixa ninguém ser conhecido a não ser eles’. Aos malucos dizemos sempre que sim, mas nunca pensamos que essa ‘mafía’ um dia chega-se à Nona Arte. Assim sendo, a vencedora desta categoria é nada menos, nada mais que …

Colecção Grande Grupos Musicais Portugueses (Tugaland)

Imagem fanada do site da editora

É verdade que iniciativas que permitam a bons autores nacionais serem publicados no nosso país são sempre de louvar, o problema é que quando as iniciativas servem só para engraxar sapatos que já estão mais que engraxados.

Será que a editora Tugaland não podia ter antes dado a oportunidade a esses bons autores nacionais de publicarem obras suas, no formato luxuoso em que foi apresentada esta colecção?

Os autores são muito bons, mas mereciam melhor que contar a história de grupos musicais Portugueses, que como todos sabemos são as únicas musiquitas Portuguesas que passam na RFM. É basicamente uma colecção de historietas glamourizadas, que tem como único intuito tentar mostrar aos olhos das novas gerações que essas bandas comerciais afinal são umas porreiraças (agora até parecíamos o Lester Bangs).

Chega de explorar os nossos autores com projectos mediocres, e plagiando o nosso PR pedimos: “Deixem-nos criar!”

Sétima Categoria – Evento de Banda Desenhada Mais Parolo de 2011

Mais uma categoria onde reinou a unanimidade (já havia champanhe na mesa), e já há muitos anos que o queríamos nomear…

AMADORA BD

Um festival onde para entrar de borla bastava lá chegar com umas cuecas na cabeça tem tudo para ser o evento mais parolo do ano.

Mas falando mais a sério, este ano até deram primazia aos autores nacionais, mas o motivo para usar a prata da casa foi apenas o corte no orçamento milionário, por parte da Câmara Municipal da Amadora.

Assim meteu-se um travão aos convites desenfreados a autores que ninguém conhece, de latitudes mais que estranhas (ainda que se tenha continuado a convidar viúvas de autores) e lá se elevaram os Portugueses a Reis/Rainhas da festa; mas o pior é que mesmo com um corte no orçamento, este continua a ser desperdiçado em contra-placados, ao invés de se melhorar aquilo de que há alguns anos para cá toda a gente vem a apontar e que parece escapar à organização deste certame, que há ano após ano vai perdendo cada vez mais público.

Valha-nos o Festival Internacional de Beja, que de ano para ano nos vai fazendo acreditar que é possível fazer um festival de Banda Desenhada competente no nosso país.

Oitava Categoria – Filme relacionado com Banda Desenhada Mais Parolo de 2011

De há uma década para cá, todos os anos temos direito a uma ou duas adaptações de uma Banda Desenhada para o celulóide, este ano tivemos um boom (cinco filmes de BD) e estivemos quase a nomear o Lanterna Verde, mas no último instante decidimos que o parolo máximo nesta categoria teria de ser…

AS AVENTURAS DE TIN-TIN

O que é que é consegue ser pior do que todas as piores adaptações jamais feitas?

Resposta, um filme completamente rodado com recurso à técnica de motion-capture, que vem reciclar uma história do Tin-Tin que já foi mais que recontada (O Tesouro do Licorne de Ouro) e que para nada mais serviu do que para vender uns quantos bonequinhos minúsculos a preços proibitivos à criançada.

Deixem a criação do senhor Hergé em paz, só vos fazia bem. O filme foi enfadonho, ponto final sem direito a parágrafo.

Nona Categoria – Loja de Banda Desenhada Mais Parola de 2011

Com esta categoria arriscamo-nos a ser banidos para sempre da mesma, mas uma vez que já fechou não há que ter grandes medos, a vencedora desta categoria é…

Loja ‘O Lobo Mau’

A loja que ganha esta categoria já foi a MELHOR livraria de Banda Desenhada em Portugal, mas quando era a MELHOR também era conhecida por CENTRAL COMICS.

Quando apareceu, esta livraria veio mostrar às duas maiores livrarias especializadas em Banda Desenhada no nosso pais que havia um sítio onde os clientes recebiam um serviço excelente sem terem de ser objecto de chulice.

Durante alguns anos conseguiram oferecer um serviço sem falhas, com preços justos e com direito a diversas iniciativas, que deram alguma cor ao panorama nacional da Nona Arte (sendo a mais significativa de todas os Trofeus Central Comics), mas o mercado começou a tornar-se difícil e os tempos negros começaram a chegar.

Infelizmente, o que é bom não dura para sempre e em 2010, a loja mudou as suas instalações, e ao mesmo tempo mudou também de nome, o que lhes causou uma perca volumosa de clientes e apagou de vez a identidade de uma livraria que, à sua maneira, fez muito por todos os que lêem Banda Desenhada em Portugal.

Porque a consideramos então a mais Parola do Ano?

Porque neste últimos meses de existência a livraria, para além de ter passado a ser uma loja de merchandizing sem identidade própria, descurou os seus serviços, passando a ser uma sombra da grande livraria que já tinha sido e pior ainda foi o comunicado que emitiram aquando do seu fecho definitivo para justificar a desistência.

Não há nada pior que por as culpas nos outros, mas foi o que eles fizeram ao considerarem que uma das principais razões para o fecho da loja foi o facto de outras pequenas livrarias não se aliarem a eles em prol de um objectivo comum.

Para nós, isso foi o derradeiro canto de um cisne muito amargurado, porque não há nada pior que tentar justificar as nossas falhas com terceiros, que pouco ou nada tem a ver com as suas próprias incapacidades.

Recordaremos com respeito a livraria Central Comics, mas não teremos nem um pouco de saudades da ‘O Lobo Mau’.

Décima Categoria – Blog sobre Banda Desenhada Mais Parolo de 2011

Sendo nós especialistas no que a Blogs de BD e afins concerne, consideramo-nos a única autoridade nacional, com conhecimentos suficientes para nomear o mais parolo nesta categoria (O Mestre Geraldes Lino sabe mais que nós, mas não pode ser cá do gangue, porque não é parolo).
E sem mais delongas o vencedor, na categoria mais importante destes trofeus, é …

Blog ‘Nono Express / Comunidade Bedéfila – o blog de quem respira BD.’

Sim, é verdade somos os mais Parolos e desafiamos quem quer que seja a considerar o seu blog mais Parolo do que o nosso. Toma lá que já almoçaste.

Para o ano há mais amiguinhos (sim, que nós não vimos a porra do filme do 2012)

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.